Uma aula gravada em 4 partes para quem quer começar pelo britânico ou migrar do americano: o sotaque, as palavras e as expressões que mudam, e como treinar sozinho.
Como avisam no metrô de Londres. Só que aqui o vão é menor do que parece.
Quase todo mundo aprendeu inglês americano na escola ou no curso. Por isso parece que ele é a base, e que o britânico é um detalhe para depois, quando o inglês estiver perfeito.
Não é assim. O britânico não é uma versão avançada do americano: são dois jeitos de falar a mesma língua. O que muda de um para o outro são pontos específicos, e esses pontos se aprendem.
E aprender uma língua é aprender uma cultura. Quem estuda pelo inglês de que gosta se dedica mais, e vai mais longe.
O britânico segura um pouco a garganta e fala mais de trás; o americano é mais aberto. Às vezes, um “hi” já denuncia.
O britânico não “come” o R: ele estica a vogal que vem antes. Car, star, barn.
Go, no, slow. E o Potter de Harry Potter, que no britânico abre a boca de outro jeito.
O T de water, o T que quase some no fim da palavra e o glottal stop.
O som que faz o britânico ser tão querido: doctor, water, family.
I took the elevator to my apartment, changed my pants and ate some cookies.
E por que dizer “my pants are white” em Londres é informação demais.
Seis situações do dia a dia. Escolha a palavra que um britânico usaria.
Você chegou ao hotel e precisa subir até o 5º andar. Você procura o...
Você não começa do zero: aproveita tudo o que já aprendeu.
De onde sai a voz no britânico, o RP e os sotaques do Reino Unido, e os sons do R, do O e do T.
O schwa e frases feitas para treinar, uma por uma, tudo o que muda.
O vocabulário britânico x americano e expressões como shall I, pop over, nip, take the mickey e Bob's your uncle.
Reconhecer se é britânico ou americano, praticar shadowing com a série ou o youtuber de que você gosta e usar a IA como apoio para o vocabulário e o sotaque.
Com os 3 bônus para continuar treinando depois da aula.
Não é para você se procura um curso de inglês do zero, com gramática básica. A aula parte do inglês que você já tem, mesmo que seja pouco.
Filha de pai inglês e mãe brasileira, Jessica foi alfabetizada em inglês antes do português e cresceu entre a Inglaterra e o Brasil. Cresceu falando com o sotaque de Birmingham, morou na Inglaterra, na Austrália e na Escócia e, dando aula, foi para o RP, o sotaque considerado padrão. Há mais de 23 anos, ensina inglês.
A aula ensina o RP, o sotaque considerado padrão, e mostra como alguns sons mudam pelo caminho. Toque nas cidades.
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